sexta-feira, 29 de junho de 2007

Em memória de Forrest Gump

Após deixar meu amigos em casa hoje a noite, cometi o feliz engano de ligar o rádio, e com a muito tempo eu não sentia senti uma vontade “forrestiana” de andar sem rumo, e assim o fiz, por mais de uma hora pela cidade de carro a 30 Km/h escutando um CD de uma boa banda Britânica, The Kinks, mais conhecida como Beatles com tesão.
Pela linda cidade de Ilha Solteira eu rodei, e rodei, sempre vendo as mesmas coisas, e as mesmas pessoas, é claro que a cidade a noite é muito mais bonita do que ao dia, porem não era por isso ainda que eu rodava, talvez se alguém me percebesse rodando pela cidade e me perguntasse porque eu estava rodando, eu respondesse simplesmente que estava apenas esperando o CD acabar para assim poder voltar para casa.

Juro que não é por querer

Foi complicado, sem dúvida, ter de falar não, e simplesmente virar as costas e ir embora, nunca antes daquele dia eu imaginava ter de fazer algo como aquilo, não sou do tipo que rejeita uma oportunidade de me dar bem, mas por algum motivo, não consigo ser o filha da puta que eu gostaria, é estranho, talvez isso por causa da educação dos meus pais, acho que eles acertaram, concertando uma mente perversa de nascença.
Eu acho as vezes que ter te deixado na frente da casa dela sozinha aquela noite, foi uma das decisões mais difíceis que eu já tomei, tanto que demorei a decidir, mas não dava, eu não conseguia olhar pra frente sem ver que eu só viria a te magoar, mais até do que já tinha te magoado, mas ia ser diferente, se eu aceitasse tudo aquilo, eu estaria errado em tomar minhas atitudes rotineiras, e não só estaria sendo um grandessíssimo filho da puta como antes.
Enfim, não sei se você achou que eu não teria coragem de te virar as costas, mas acredite eu pensei mais em você do que em mim, no momento acho que eu tenho a capacidade de magoar e decepcionar qualquer pessoa que se aproxime de mim, juro que não é por querer, eu só fiquei puto de mais com o fato de um dia as coisas não terem dado certo, e agora evito qualquer recuperação pela minha parte, mas claro eu juro que não é por querer.
Eu percebi o seu choro, sua tristeza, mas eu sou frio, já disse, e demonstrei, não queria ser assim, juro que não é por querer...

Juro que não é por querer, mas eu acho que eu não te amo, então que não seja, pois do momento em que for em diante, isso tudo passa a ser por querer.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Visitas inesperadas e inconvenientes

Jornal Bom dia Brasil, hoje de manhã...

"Quem já não recebeu uma visita inconveniente, fora de hora? Mas já imaginou dar de cara com visitas famintas que entram pela janela sem pedir licença? Olhando de cima, Maringá parece um tapete verde, tamanha é a quantidade de árvores. São vários parques. Um deles é o horto florestal. A mata se espalha por uma área equivalente a 60 quarteirões da cidade. Mas o espaço não é grande o bastante para a fome dos macacos.Por isso, todos os dias, funcionários da prefeitura trazem caixas com bananas. O cardápio é apetitoso, mas não enche a barriga. Como o horto fica dentro de Maringá, é na vizinhança que os bichos buscam a comida já insuficiente na mata. Os mais ousados atacam carros e casas. Quem mora por perto não deixa porta aberta.“É uma visita que ninguém quer”, diz uma dona de casa.Mesmo assim, a macacada entra e faz a festa. A invasão dos macacos não é só nas casas. As lavouras em volta do horto são visitadas com freqüência. É tanto macaco que ninguém sabe ao certo a quantidade de animais solta pela cidade. O número exato vai se saber agora. Com autorização do Ibama, biólogos, veterinários e técnicos ambientais iniciaram um estudo que vai definir quantos desses animais podem continuar vivendo no horto.A contagem dos animais deve ser feita para saber se há realmente uma quantidade maior do que a capacidade da mata. O trabalho será usado pelo Ibama para definir o quê fazer com os bichos."

Será que alguém alem de mim consegue ver quem são os verdadeiros visitantes inconvenientes na história? Deviam reunir uma comissão da ONU para decidir o que fazer com os humanos!

Bahh, maldito seja o mundo...

terça-feira, 26 de junho de 2007

Abordagem Eficiente

Tenho um amigo, muitos o conhecem, que esses dias ao discorrer sobre seus dotes para uma garota não sendo bom na arte da enganação, ou não, disse para ela ter um pênis avantajado, coisa do tipo, olá, meu nome é Filipe, eu tenho um pênis avantajado, quer me conhecer?

Enfim...

Olá, meu nome é José, quer me conhecer?

Sobre prazeres sem sentimentos

Certa vez, no bar, flertei...

Acordei, ao contrario do que muitos pensam, quando eu acordo eu não abro o olho, eu me sinto como depois de uma tragada de adrenalina, ainda voltando ao normal, demorei alguns segundo ainda para abrir os olhos e nesses segundos reparei que não estava sozinho, nem vestido, então finalmente abri os olhos, não estava escuro, eu não reconhecia o teto, muito menos o quarto, na tentativa de levantar fui percebido, e soltei um desesperado (vou no banheiro, já volto).
Andando pela casa percebi que realmente não tinha percebido nada, cheguei no banheiro, voltei para o quarto, não estava apertado.
Já no quarto, novamente achei meu relógio, entre um sapato e a minha carteira, de baixo de um jacaré de pelúcia, eram nove e quinze, escuto que dez horas sai seu ônibus, nos vestimos, ela arrumou o quarto e lavou a louça em uma conversa provavelmente mais séria que a da noite anterior, lendo um caderno que se encontrava na mesa da cozinha, perguntei o que ela fazia, me espantei quando descobri que pesquisava fezes.
A conversa continuou até as dez, quando a deixei na rodoviária, mas não sem antes ela me perguntar qual era o nome dela, talvez se eu respondesse que não eu seria mais digno, eu queria ser mais digno, digno de menos pena, ou ódio, mas não, respondi com todas as letras seu nome, Janete, neste momento eu a tinha conhecido, e dois minutos depois ela entrava no ônibus para eu talvez, sim, talvez, nunca mais vê-la.

Amaranta

Existem pessoas que são fechadas, suas vidas são felizes mas elas simplesmente são fechadas...
Amaranta era uma garota normal, tinha sonhos, um amor, uma vida, não apenas pelo fato dela ser um pouco fechada de mais. Ela se divertia, porém era incapaz de demonstrar sua felicidade em uma explosão incontrolada. Ela continuava postergando o amor, a vida e principalmente os sonhos.
Um belo dia de sol, ela morre, fato isolado, vírus raro. E o seu amor não chorou sua morte, e seus amigos do trabalho não sentiram sua falta, apenas no tumulo os dizeres: “Não tenha a vida medida em novelas nem o dia em refeições, pois destes ninguém se lembra, nem você”

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Para ninguem:

A arte de se escrever em um blog, é basicamente e mesma de se escrever em uma pequena folha de papel amarela e depois jogar fora, fora mesmo, boeiro ou fornalha, a unica diferença é a facilidade de se digitar.

Por favor não me foda mais!

Eu te odeio, é tão difícil perceber isso?
Você não é ruim, eu sei, entendo seu lado, não ouso falar mal de você, nunca, mas sua inconveniência me consome nos melhores momentos, em meio a uma refeição ou uma palestra importante, você vem de novo, e de novo, não agüento mais!

Não sei o que fazer! Não consigo mais pensar nem trabalhar, não consigo conhecer pessoas, não consigo andar de carro ou escrever sem você vir colocar a duvida na minha cabeça, pior que dúvida, esperança, e você me fode! A todo o momento desde que você foi embora só vive pra me atormentar e me foder! Vai embora! Droga!

Agora talvez eu escreva pra refletir, que você não me odeia, porque ao menos se lembra de mim, e se lembrasse não me odiaria também, pois tem dó de mim.

Jogo-te, então essa maldita praga de amor não recíproco! Que você na enfermidade se apaixone loucamente sem razão como eu, e que seja por mim.

Por favor, não me foda mais!

Desejos sem desejadas

Eu quero as razões, passando pela minha cabeça
Quero seu rosto, parado, na minha escada
Seu sorriso bem longe da minha mente
Quero te beijar quase o tempo todo

Quero seus pais vivendo no interior
Quero de você muito mais que tempo
Quero que os cachorros vivam dentro de casa agora
E a música alta todo o tempo

Desejo um casal vivendo sem medos
Quero beijar muito mais que os seus lábios
Quero que me veja sempre me debilitar
Prometo te beijar quase o tempo todo